terça-feira, 15 de outubro de 2013

Pinguins


Pinguins:

Pinguins

Os pinguins são aves marinhas que não voam e que podem ser encontradas na AntártidaNova Zelândia, sul da África, Austrália América do Sul. Bons caçadores, os pinguins se alimentam de crustáceos, moluscos, peixes e pequenos animais marinhos. Todas as espécies possuem o peito branco com as costas e a cabeça na cor preta. Nas patas dos pinguins, podemos encontrar quatro dedos unidos por uma membrana, o que ajuda muito durante a natação do animal. Por serem aves, esses animais possuem penas, mas elas são mais curtas e ocorrem em maior número do que nas outras aves. Esses animais mudam as penas duas vezes ao ano, e durante essa muda eles não entram na água.
Os pés dos pinguins possuem membranas entre os dedos que ajudam durante a natação
Os pés dos pinguins possuem membranas entre os dedos que ajudam durante a natação
Todos os pinguins possuem uma plumagem lisa, densa e gordurosa, para que o seu corpo fique impermeável. Sob a pele, esses animais possuem uma grossa camada de gordura que serve como isolante térmico, impedindo que o animal perca calor para o ambiente. Podem medir desde 40 cm a 1 metro e pesar de 3 a 35 kg, podendo viver de 30 a 35 anos.
Os pinguins são animais extremamente mansos e só atacam quando algum animal se aproxima de seus ovos ou filhotes. Além de mansinhos, os pinguins são animais fiéis e só trocam de companheiro quando há problemas de reprodução.
A fidelidade é uma característica marcante entre os pinguins
A fidelidade é uma característica marcante entre os pinguins
Quando a fêmea de um pinguim põe um ovo, ele demora cerca de 5 a 6 semanas para eclodir. Durante esse período, machos e fêmeas se revezam na busca de alimento, para que o ovo nunca fique sozinho. Depois que o filhote nasce, ele se alimenta de alimentos já digeridos pelos pais e fica sempre protegido do ataque de gaivotas e de outros pinguins. Somente quando o filhote adquire o tamanho do pai e troca as penugens por penas, é que os pais os ensinam a nadar e deixam que ele procure alimento sozinho. A partir daí o filhote já não tem mais a ajuda dos pais e deve se virar sozinho.
O filhote de pinguim recebe cuidados dos pais até adquirir penas
O filhote de pinguim recebe cuidados dos pais até adquirir penas
Os pinguins são excelentes nadadores. Nadando com a ajuda das asas e dos pés, podem atingir a velocidade de até 40 km/h na água. Passam a maior parte da vida dentro da água, onde nadam sempre em bandos com centenas de pinguins e conseguem realizar todas suas funções vitais, até mesmo dormir.
Ao beber água do mar, o corpo dos pinguins absorve sal em excesso. Mas isso não é um problema para eles, porque todas as aves marinhas possuem uma glândula chamada glândula de sal que se localiza próxima aos olhos e que retira o excesso de sal absorvido por eles.
O pinguim passa a maior parte de sua vida dentro da água
O pinguim passa a maior parte de sua vida dentro da água
Em algumas praias brasileiras podemos avistar pinguins durante o inverno. Esses pinguins geralmente são jovens que, em busca de comida, se desgarraram do bando e foram levados pelas correntes marítimas até à praia. Na maioria das vezes esses animais chegam à praia muito debilitados e com muita fome.
pinguim que costuma chegar até às praias brasileiras é o pinguim de Magalhães, que vive em regiões onde a temperatura varia entre 7°C e 30°C. Por isso, se você encontrar um pinguim na praia, não o coloque em recipientes com gelo, pois isso pode reduzir a temperatura do corpo do animal, levando-o à morte. Nesses casos, mantenha o animal em local seco e aquecido, até a chegada de um biólogo ou veterinário.

Onças

Curiosidades sobre a ONÇA PINTADA!



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A onça-pintada é um animal muito cauteloso para atacar sua vítima. Desloca-se sempre contra o vento e aproxima-se silenciosamente, surpreendendo a presa com um salto sobre seu dorso.
Apesar de ser um animal muito temido, costuma fugir da presença humana. Mesmo em histórias antigas, são raros os relatos de ataque ao homem. Quando estes ataques acontecem geralmente estão relacionados à defesa de filhotes, de presas recém abatidas ou até mesmo ataques para se defender quando estão sendo caçadas.
O território do macho é bem maior do que o da fêmea, podendo ser duas a três vezes maior. Tanto machos quanto fêmeas marcam seus territórios com sinais olfativos (urina) e visuais (arranhões nas árvores).
* O período de gestação é em média de 100 dias e geralmente nascem dois filhotes, que abrem os olhos cerca de 3 a 13 dias após o nascimento. Os filhotes começam a comer carne por volta dos 75 dias de vida, mas a amamentação continua até os cinco meses. Os adultos podem ficar até uma semana sem comer, mas pode devorar, em um dia, 20 kg de carne.
O padrão de pintas das onças é único para cada indivíduo e funcionam como nossas impressões digitais, servindo para identificar cada animal. A onça-pintada negra, conhecida como Jaguar negro, é da mesma espécie da malhada. Preste atenção e você verá as mesmas pintadas escondidas sobre o pelo preto. Elas são negras devido a uma variação genética conhecida como “melanismo” que provoca a concentração da pigmentação preta. Para identificar as manchas necessário um pouco mais de atenção e condições de luminosidade adequada.
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Animais dorminhocos!

Bicho Preguiça:



* Esse mamífero de hábitos noturnos, dorme o dia inteiro nas árvores, pendurada na copa das árvores. Eles só descem das árvores só quando é “obrigado”. É quase incapaz de se movimentar no chão, mas nada muito bem. Ela é inofensiva e tem poucos inimigos. É capaz de girar a cabeça de tal jeito que a cara pode ficar nas costas.
* A visão e a audição da preguiça são muito fracas e ele se orienta principalmente pelo olfato. A pelagem é muito espessa e resistente (parece uma vassoura piaçava) coberta de algas verdes que tornam a preguiça quase invisível no meio das folhas. Quando o tempo esfria, ela cai num estado de torpor letárgico.

* A preguiça alimenta-se apenas das folhas, frutos e brotos de algumas árvores. Urinam e defecam um vez por semana, sempre no chão, próximo à base da sua árvore. Nunca bebem água, a quantidade que elas necessitam para viver é absorvida do próprio alimento, durante o processo de digestão.
* Por que as preguiças são preguiçosas? Na verdade elas não são preguiçosas, elas apenas possuem o metabolismo muito lento. Assim, suas reações, sua digestão e até sua respiração dão impressão de muita preguiça. São capazes de ficar por horas na mesma posição como se fossem estátuas.
 Dorme cerca de 14 horas por dia, pendurada nas árvores. A reprodução também é na copa das árvores e a gestação dura cerca de 11 meses, nascendo apenas um filhote. Pode viver entre 30 e 40 anos.

domingo, 13 de outubro de 2013

Anfíbios:

Curiosidades sobre anfíbios:
Você sabia que:
1. O nome anfíbio deriva do latim “anfi”, que significa dupla, e “bios”, que significa vida, e faz alusão ao facto das espécies deste grupo apresentarem durante o ciclo de vida uma alternância de fases aquáticas - nas épocas de reprodução - e terrestres – fora da época de reprodução.

2. A pele dos anfíbios é nua, desprovida de penas, pelos ou escamas possuindo várias funções como a respiração, a regulação hídrica e a proteção.

3. Atualmente são 6629 as espécies de Anfíbios descritas a nível mundial (fonte:http://amphibiaweb.org) – é o segundo grupo mais pequeno de vertebrados.

4. Os primeiros anfíbios com as características que hoje identificamos como típicas do grupo surgiram há cerca de 300 milhões de anos.

5. Quando pensamos em anfíbios normalmente surge-nos a imagem de um sapo ou de uma rã mas estes constituem apenas um dos 3 grupos de anfíbios (o mais numeroso) –  Anuros, cujos adultos não apresentam cauda e possuem os membros posteriores mais desenvolvidos que os anteriores; existem ainda os Urodelos (Salamandras, Tritões) – os adultos têm cauda desenvolvida e membros anteriores e posteriores aproximadamente do mesmo tamanho; e os Ápodes – os adultos são desprovidos de patas e cauda (apenas existem nos trópicos).

6. Em Portugal ocorrem naturalmente 17 espécies de anfíbios que pertencem a duas das três ordens de anfíbios atuais - 11 espécies de rãs e sapos (Ordem Anura), e 3 de salamandras e 3 de tritões (Ordem Urodela).

7. Os anfíbios apresentam, em geral, um claro dimorfismo sexual, o que significa que os machos se distinguem morfologicamente das fêmeas – uma característica exclusiva dos machos de Anuros é a posse de sacos vocais que lhes permitem emitir vocalizações que utilizam para atrair as fêmeas e manter afastados outros machos.

8. A maioria das espécies de anfíbios são ovíparas – os embriões alimentam-se exclusivamente das reservas dos ovos que são depositados em determinados ambientes -, mas há espécies ovovivíparas – os embriões desenvolvem-se nos ovos no interior do organismo materno – ou vivíparas – os embriões desenvolvem-se no interior do organismo da progenitora que lhes fornece alimento diretamente.

9. Os ovos são normalmente depositados em meios aquáticos ou com muita humidade e a época de reprodução em Portugal ocorre na Primavera e Outono, quando há maior pluviosidade e as temperaturas são mais amenas.

10. As posturas dos anuros podem incluir vários milhares de ovos que formam um cordão, ou uma massa esférica, ou que são depositados isoladamente.

11. A vida da maioria dos anfíbios inclui várias etapas: dos Ovos eclodem as Larvas que por metamorfose originam os Juvenis, muito parecidos com os Adultos a que dão origem.

12. As larvas de Anuros e Urodelos, que se desenvolvem no meio aquático, respiram por meio de brânquias internas ou externas.

13. As melhores alturas para observar anfíbios coincidem com as suas horas de atividade, normalmente crepuscular ou noturna.

14. Os anfíbios são ectotérmicos – não têm capacidade de produzir calor e por isso no Inverno, quando as temperaturas são muito baixas, algumas espécies podem apresentar períodos de inatividade – hibernação; igualmente, no Verão, em épocas de maior secura pode-se observar um período de ausência de atividade – estivação

15. Os anfíbios adultos alimentam-se de presas vivas – são carnívoros – normalmente invertebrados como os insectos, as aranhas, ou os moluscos.

16. Para caçar os anfíbios recorrem sobretudo à visão embora algumas espécies como os tritões ou as salamandras utilizem também o olfacto.

17. As larvas de anfíbios são sobretudo herbívoras alimentando-se de vegetação aquática

18. os anfíbios são presas de variados animais de maiores dimensões que incluem peixes (e: truta-de-rio), répteis (ex: cobra-de-água), aves (ex: cegonhas) e mamíferos (ex: lontra).

19. As cores vivas de certos anfíbios tropicais são um aviso aos predadores de que são tóxicos, mas os anfíbios podem adotar outras estratégias anti-predatórias como o aumento de volume ou a emissão de sons intimidatórios, o mimetismo ou a fuga.

20. A salamandra-lusitânica tem a capacidade de perder a cauda para fugir aos predadores

21. O sapo-de-unha-negra foge aos predadores enterrando-se no solo arenoso.

22. Os sapos-parteiros não fazem posturas em meio aquático uma vez que os machos transportam os ovos no seu dorso até ao momento da eclosão.

23. Foram descobertas na Austrália 2 espécies de rãs cujo desenvolvimento ocorria no interior do sistema digestivo materno mas que se extinguiram poucos anos depois de terem sido descritas.

24. A rã mais pequena do mundo tem apenas 10m de comprimento, ocorre no Perú e tem como nome científico Eleutherodactylus ibéria; a espécie mais pequena de sapo também tem 10m de comprimento, tem o nome científico Brachycephalus didactylus e ocorre no Brasil, onde é conhecida como sapo-pulga.

25. O maior sapo do mundo ocorre na África Ocidental, tem como nome científico Conraua goliath e é conhecido como Sapo-golias.

26. Normalmente os Anuros com pele rugosa, mais associados a meios terrestres, são conhecidos como Sapos ao passo que os Anuros de pele lisa, mais associados ao meio aquático, são conhecidos como Rãs.

27. Em cativeiro os Sapos e Rãs vivem normalmente entre 1 e 10 anos mas podem ultrapassar os 35 anos; os Urodelos vivem entre 20 e 25 anos em cativeiro mas podem ultrapassar os 50 anos.

28. A maioria das espécies cuja pele segrega toxinas não as produz diretamente, mas obtém-nas dos insectos de que se alimenta.

Búfalos

Búfalo-Africano

   O búfalo-africano(Também conhecido como búfalo-cafrebúfalo-do-cabobúfalo negro africano ou ainda búfalo-da-cafraria), de nome científico Syncerus caffer, é um mamífero bovino nativo da África. É um herbívoro de grandes dimensões. A Fêmea adulta chega a 1,60 metros de altura e cerca de 500 kg a 600 kg de peso. O Macho adulto é ainda maior, chegando a cerca de 1,75 ou até a 1,80 metros de altura(medidas tomadas desde o chão até a altura máxima da espádua) e 900 kg de peso.

   O búfalo-africano embora fisicamente semelhante ao búfalo comum encontrado na pecuária do norte do Brasil, é um animal de maior porte selvagem. O búfalo adulto é muito forte, impondo respeito mesmo a um grupo de leões que possa cruzar o seu caminho. Além do homem, possui como predador natural o leão, mas mesmo um indivíduo da manada é capaz de se defender usando a força ou a proteção da própria manada. Regularmente pelo número de animais na manada, pela dispersão no terreno e pela falta de defesa de animais idosos, os leões podem matar e comer um búfalo, mas isto exige que um grupo de leões se organize e ataque um único animal.    É muito raro um leão conseguir ferir com gravidade ou matar um búfalo adulto atacando-o sozinho. Outros predadores como as hienas e os leopardos, somente conseguem atacar um búfalo novo e que por algum motivo encontra-se desprotegido da manada. O búfalo-africano nunca foi domesticado e permanece selvagem em regiões e parques nacionais da savana africana.

   O búfalo-africano, também chamado de búfalo-do-cabo, é encontrado normalmente nas pradarias (grasslands) e na savana, nos seguintes países:Etiópia, Somália, Zâmbia, Zimbábue, Namíbia, Botswana, Moçambique, África do Sul, Quênia e Tanzânia.
   No passado a população dos búfalos-africanos chegou a 10 milhões de animais, atualmente estima-se que sobrevivem 900.000, sendo a maioria na savana da África oriental. Os motivos para a diminuição da população dos búfalos-africanos foi a caça predatória, o uso do seu habitat como campos de agricultura, secas e a introdução no continente africano de pestes e doenças. Atualmente é considerado um animal fora do risco de extinção devido a proteção em parques nacionais e reservas privadas nas regiões da savana africana, entretanto o seu habitat é diminuído em área a cada ano (Huffman, 2006).